O presidente da CMM vai tentar a reeleição neste ano de 2024
O presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), Caio André, está mais uma vez no centro de uma polêmica após fechar dois contratos com empresas vinculadas ao mesmo proprietário, totalizando um montante próximo a R$ 4 milhões de reais.
As empresas envolvidas são a 'Catunda Serviços e Apoio Administrativo Ltda' e a 'Silva Serviços Combinados para Apoio a Edifícios Ltda', ambas pertencentes ao empresário Fabrício Catunda. Os contratos foram concedidos com dispensa de licitação, somando o valor expressivo de R$ 3.970.875,60.





Uma investigação preliminar revelou que Fabrício Catunda é um amigo pessoal do vereador Caio André, lançando suspeitas sobre possíveis conflitos de interesse e favorecimento indevido. Além disso, uma pesquisa rápida indica que o empresário é sócio de ambas as empresas envolvidas nos contratos.


Diante dessas circunstâncias, o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) deve realizar uma investigação minuciosa sobre os contratos firmados pelo presidente da CMM, especialmente considerando a proximidade das eleições municipais, onde Caio André planeja buscar sua reeleição.
Repetência
Em janeiro deste ano, a imprensa repercutiu que o empresário Fabrício Catunda da Silva, faturou mais de R$ 1 milhão em 2023 na CMM com dispensa de licitação.
Esse contrato assinado por Caio André no valor de R$ 123 mil foi fechado com a empresa Silva Serviços Combinados Para Apoio e Edifícios LTDA, da qual Fabrício Catunda da Silva é proprietário.

O contrato previa a prestação de serviços de jardinagem e garçom. Essa quantia é a soma de dois lotes: R$ 72,8 mil para os serviços de jardinagem na área da CMM e R$ 50,6 mil para a contratação de jardineiros e garçons.
segundo informações do Portal da Transparência, a empresa faturou mais de R$ 1,1 milhão no ano passado somente o com serviço de portaria para os vereadores. A Catunda Serviços e Apoio Administrativo LTDA, foi contratada duas vezes por Caio André em 2023, com dispensa de licitação.
Os contratos fechados em março e setembro do ano passado visavam a contratação de serviços de agente de portaria/porteiro para as instalações da Casa Legislativa.